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TIRÉSIAS: A FALA PROFÉTICA NO MITO GREGO

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TIRÉSIAS:

A FALA PROFÉTICA NO MITO GREGO

 

 

 

Por

 

Sergio Paulo de Melo Feitosa

 

 

 

 

 

 

  

 

“Quanto mais aprendemos sobre o passado, mas inescapável se torna a evidencia cumulativa de que os homens (e as mulheres, embora elas não fossem percebidas com freqüência) de épocas passadas não eram como nós”.

 

Wayne A. Meeks

Cristo é a Questão

 

 

 

“Ó Tirésias, que tudo perscrutas, tanto o sabível quanto o misterioso, o que paira no céu e o que pisa em terra, compreendes, embora não enxergues (...)”.

 

Sófocles

Édipo Rei

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando o mito grego tem aberto seus milenares relatos, encontram-se com vivas cores a ação profética, relacionando a fala em seu sentido espiritual tanto com os imortais como os mortais. Se os relatos míticos, podem ser encontrados nas páginas de uma Ilíada ou de uma Odisséia, exemplarmente, não é imaginável que a fala, o “proferir” fiquem excluídos de um estudo que o abarque. O próprio Hesíodo, naquele que é considerado o mais antigo poema grego conhecido, a Teogonia, faz o seguinte apelo às musas: “Pelas musas heliconíades comecemos a cantar”. (HESIODO, 1992, p. 105). Pedido semelhante faz o tradicional texto da Ilíada:

 

“Musas que o Olimpo habitais, vinde agora, sem falhas, contar-me, pois sois divinas e tudo sabeis; sois a tudo presentes (...) da multidão não direi coisa alguma, nem mesmo seus nomes, em que tivesses dez bocas e dez, também, línguas tivesse, voz incansável e forte, e de bronze infrangível o peito, se vós, ó Musas, nascidas de Zeus portador da grande égide, não me quisésseis nomear os que os campos de Tróia pisaram”. (HOMERO, S.D. p. 68).

 

 

Os poetas desta forma afirmam que o ato de recordar ou de proferir algo, que se passa num tempo passado, precisa passar pela certeza que só os deuses podem conferir. A fala desta maneira, tem um caráter específico, mas de igual modo presente na humanidade, no entanto dissociada em nossos dias, ainda que certamente seja elemento presente nos ritos modernos. Pode-se imaginar que a palavra na antiguidade possuía o caráter simples do sagrado, onde o simples não é sinônimo de simplismo. Wright citando Maspero, assim registra:

 

“A voz é o elemento que desempenha o papel mais importante na oferenda, na prece do pedido derradeiro e na evocação – em uma palavra, em todas as instâncias onde um homem buscou alcançar os deuses”. (WRIGHT apud MASPERO, 2004, p. 32).

 

 

Mas além desta fala que se recorre aos deuses, para que haja propriedade no que se conta, o mito fala de uma palavra profética e que se encontra ilustrada também Hélade. De fato, a profecia e o oráculo são tão presente nos relatos dos mitos gregos, que se poderia tornar cansativo este estudo, recordando apenas que o maior herói, Héracles, teve seu nascimento retardado pela deusa Hera, exatamente por um oráculo de Zeus, e segundo Brandão, por ciúme do relacionamento adulterino do marido, “ordenou a Ilítia, a deusa dos partos (...) que retardasse o máximo possível o nascimento de Héracles”. (BRANDÃO, 1993, p. 92-93).

Em relatos seja do teatro grego, ou mesmo dos poemas tradicionais dos habitantes da Hélade, possivelmente o exemplo mais conhecido e citado desta situação, é o mito de Édipo, onde o sofrido herói, teve sua sina vaticinada antes do nascimento, não conseguindo fugir ou pelo menos, acreditando que conseguiria escapar de uma funesta profecia, em que mataria o pai e casaria com a mãe. Sófocles (Sec. V A.C), levou o mito para a apresentação trágica e que alcançou nossos dias, inclusive a partir da visão psicanalítica freudiana. Não é demais recordar que ao referir-se de cores tão vivas sobre a ação do adivinho Tirésias em sua mais conhecida tragédia, o autor conhecia bem tal atividade. Segundo Serra:

 

“foram muito lembrados os papeis religiosos que Sófocles exerceu: sacerdote do herói médico Alcon e, mais tarde, também de Asclépio, cuja imagem ele hospedou em sua casa, quando os atenienses a fizeram vir de Epidauro, em 421 a.C. o poeta erigiu-lhes um pequeno santuário, onde (segundo uma glosa do Etymologicum Magnum), ele mesmo, Sófocles, depois de sua morte, veio a ser cultuado como herói, sob o nome de Dexíon (O Hospitaleiro)”.  (SERRA, 2004, p.19).

De fato, a própria Cosmogonia grega relata a importância do oráculo, na figura de profetas e profetisas que relatavam o pensamento dos deuses. Recorda Bullfinch por exemplo, que o próprio vaticínio já se encontrava no mundo, após o dilúvio que os deuses enviaram à Terra como medida punitiva para a impiedade humana. Deucalião e Pirra, o casal que encontrou mercê aos olhos das divindades, assim escutaram as palavras enigmáticas, sobre o reinicio da espécie humana: “Sai do templo com a cabeça coberta e as vestes desatadas e atirai para trás os ossos de vossa mãe”. (BULLFINCH, 1999, P. 25).

 

O vate ou o profeta era elemento comum encontrado no mito, servindo às palavras dos mais diversos deuses, mas o deus que de fato, era o deus da profecia, atributo de seu pai divino, Zeus, era o deus Apolo.

 

Seu nome, segundo Junito Brandão,

 

“não possui etimologia que satisfaça. A relação com o απελλα (ápella) ou απέλλαι (apéllai), “assembléia do povo”, onde Apolo, inspirador por excelência seria o “guia” do povo ou “deus pastor”, não tem muito sentido”. (BRANDÃO, 1992, p. 87).

 

 

No entanto segundo Suano,

 

“para se entender a origem do nome de Apolo, o filósofo Platão sugeria que este fosse visto como uma variante do termo απόλυσις (redimir), απλοϋν (simples), απόλουσις (purificação) e αει–βάλλωυ ( o que dispara) e mesmo do verbo απολλυμι (destruir)”. (SUANO, s.d. p. 7).

 

 

Cornford, cita que “Apolo é Aplous ( = απλοϋς), aquele que fala a verdade. Como purificador da alma através de fumigações, lavagens e aspersões mânticas e do corpo através de remédios curativos, é o deus que lava e liberta do mal”. (CORNFORD, 1989, p. 141).

Apolo desta maneira acaba se inserindo no imaginário dos gregos, ainda que tenha tal profusão de atributos, como o deus do oráculo e se o mito pode se reportar aos relatos de origem, e catalogados tardiamente pelo escritor latino Ovídio em sua obra Metamorfoses, a linguagem e a ação dos deuses não estava adstrito ao passado cronológico necessariamente.

Cassandra, a trágica profetisa troiana, filha de Príamo e Hécuba, cujos vaticínios não eram acreditados, era profetisa de Apolo, conforme se lê em Commelin (COMMELIN, S.D. p. 291) e uma figura mitológica constante destes vates e que podem ser recordados.

O motivo da briga entre o rei suserano Agamenon e o maior herói grego, Aquiles, deu-se exatamente após uma discussão em que um sacerdote de Apolo, foi afrontado pelo rei líder dos gregos, Crises. Apolo atendendo a oração de seu sacerdote, enviou uma terrível peste, de acordo com Bullfinch ( BULLFINCH, 1999, p. 259).

O mito ainda cita o profeta Calcas, um dos argonautas, que também esteve presente na guerra de Tróia, também sobre a ação da mântica do deus da luz.

 

 

 

 

 

 

 

 

“Ao duplo açoite da maldição lançada por tua mãe e por teu pai, que ai vem a passos terrivelmente rápidos, serás expulso desta terra, enxergando não agora como a luz, apenas trevas”.

 

Sófocles

Édipo Rei

 

 

 

 

I. Tirésias: A Mântica nas Trevas

 

 

O mais significativo profeta do mito grego, possivelmente é o profeta Tirésias. De acordo com Junito, “porque era cego, possuía o dom da mantéia, da adivinhação. Era um vates, um profeta, dotado do vaticinium, do poder da predição”. (BRANDAO, 1992, p. 175). Cego, segundo um relato, por ação da deusa Hera, por haver confrontado uma opinião sua, numa consulta que os dois deuses (Zeus e Hera), lhe fizeram, Zeus para compensá-lo, concede-lhe ainda segundo Junito, “o dom da  mantéia, da profecia e o privilégio de viver sete gerações humanas” (ob. cit. p. 176). Ainda se gundo este pesquisador, a cegueira era condição constante entre os vates do mito gregos, e neste caso, a cegueira de Tirésias, seria mais uma no relato mitológico.  Como se lê,

 

“acrescente-se, por fim, que a cegueira atribuída a numerosos videntes, de Tirésias a Ofioneu, passando por Polimnestor (...) Eveno (...), Fórmio (...), está acoplada à esfera da mântica ctônia, trevosa. Vê-se adivinhar de dentro para fora, das trevas para a luz...”. (ob. cit. p. 177). 

 

 

 

Assim se falta ao adivinho, o sentido máximo atribuído ao homem, seu papel profético, permite que tenha uma relação de quase altivez diante de homens que deveria temer. É com desassombro que enfrenta Édipo e claramente afirma ser ele, o motivo da peste em Tebas. Apenas o gênio de Sófocles, faz com que a revelação se dilua no conjunto teatral. E o contraponto mais elucidativo deste texto trágico, é que o rei não enxerga sua própria desdita, apesar de sua integridade física. Tirésias, ao contrario, ainda que não estando presente no ambiente de luz física, circulava pelo mundo da clareza espiritual e disto não se afasta.

E o seu nome Teirésias, segundo Brandão é a própria prova de sua missão, uma vez que “é uma derivado do neutro τέρας (téras), sinal enviado pelos deuses, donde advinho, profeta”. (ob. cit. p. 175).

Uma outra versão sobre a cegueira do vate, relata,

 

 “que fase da puberdade, o filho de Everes viu sua mãe em companhia de Atená banhando-se nua na fonte de Hipocrene. A deusa, de imediato, o cegou. Cáriclo reclamou de tamanha crueldade e a filha de Zeus, para consolar sua acompanhante, concedeu à Tirésias dons maravilhosos. Deu-lhe de saída, um bordão mágico, que o guiava como se tivesse olhos. Purificou-lhe em seguida, os ouvidos, para que pudesse compreender e interpretar o canto dos pássaros”. (BRANDÃO, 1992, p. 451).  

 

 

Tirésias envolve-se com alguns episódios significativos do mito grego, como com os personagens tebanos, o rei Laio, a rainha Jocasta e o seu filho Édipo, sendo ele mesmo que ao passar dos anos, adverte o mesmo príncipe já na condição de rei, que sua busca poderia ser desventurosa, ao tentar resolver o crime da morte de seu pai. As palavras que profere são duras e esclarecedoras:

 

“Declaro que vives, sem o saberes, numa comunhão sórdida com teus entes mais caros e não enxergas toda a tua torpeza”. (SÓFOCLES, S.D. p. 58).

 

Ou como se lê no mesmo texto mais adiante:

 

“Eis a minha declaração: o homem que há tanto procuras com tuas ameaças e pregões sobre a morte de Laio encontra-se aqui mesmo; passa por estrangeiro residente; descobrirão depois ser natural de Tebas, mas não folgará com a mudança. Cego, depois de vidente, mendigo depois de opulento, marchará para terras estranhas tateando à frente de um bordão”. (ob. cit. p. 60).

 

 

Palavras que Sófocles registrou com as cores do drama. E se os deuses, segundo os relatos mitológico estavam participando intensamente do mundo humano, uma forma constante também é desta forma o oráculo. A fala divina possibilitava que os indivíduos, ficassem cientes do pensamento divino, de diversas maneiras, possibilitando ações propícias e piedosas. No caso de Tirésias, além de sua condição de vate, possuía o peso de uma fala que ultrapassava gerações, em outras palavras, a experiencia. Segundo pode-se ler em Homero, nem após a morte, o adivinho perdeu sua capacidade profética como se lê:

 

“Em seguida, recomenda e ordena a teus companheiros que esfolem e assem as reses, que jazem por terra, degoladas pelo inexorável bronze, e ofereçam um holocausto aos deuses, ao poderoso Hades e à terrível Perséfone. Quanto à ti, retira da coxa tua cortante espada, deixa-te estar, e não consintas que as cabeças vácuas dos mortos se aproximem do sangue de haverdes interrogado Tirésias. O adivinho, chefe de povos, acudirá imediatamente ao teu apelo, indicar-te-á o roteiro, a extensão do caminho, assim como a maneira de regressares por sobre o piscoso mar”. (HOMERO, 2003, p. 140).

 

 

Também é Tirésias que alerta a respeito de uma personagem bem conhecido no mito grego, no caso de Narciso. Segundo pode-se ler ainda em Brandão, foi o adivinho que respondeu enigmaticamente à mãe do bela criança que acabava de chegar ao mundo, a ninfa Liríope, quantos anos viveria. A resposta não poderia ser mais enigmática: “muitos, se ele não se conhecer”. (ob. cit. p. 176).

Tirésias também recorda um outro papel significativo dentro do mito grego e da profecia: a memória. Recordar é um ato tão importante para esta cultura argiva, que era divinizada, com o nome de Mnemósine. A deusa é a primeira esposa da grande divindade grega, Zeus e torna-se responsável em marcar a memória dos homens com os feitos da Titanomaquia, a luta entre os olímpicos e os titãs que durou dez anos. Também cumpre relembrar que a deusa da memória é a mãe mitológica das musas, que representativamente estariam ajudando o homem a preservar suas construções coletivas. De acordo com Junito,

 

“embora em Hesíodo já apareçam as nove musas, esse número variava muito, até que na época clássica seu número, seus nomes e função se fixaram: Calíope preside a poesia épica; Clio, à história; Polimnia, à retórica; Euterpe, à música; Terpsícore, à dança; Érato à lírica coral; Melpômene, à tragédia; Talia, à comédia; Urânia, à astronomia”. (BRANDAO, 1994, p. 203).

 

 

Algo se assim se insere no ato de recordar que a palavra profética se reporta. O conhecer a palavra do deus, não é suficiente, mas recordar o oráculo, a fim de que haja um atendimento à altura das recomendações é fundamental. Recordando novamente o caso do herói tebano Édipo, o oráculo de Delfos foi claro quanto à advertência, quanto à não deixar vivo o príncipe herdeiro recém-nascido, ainda que tal tivesse envolvendo um infanticídio, contrabalançando dois outros grandes interditos sociais: parricídio e incesto em períodos históricos. Assim afirma o relato de Odisseu, quando esteve no Hades, para consultar a sombra do profeta:

 

 “Vi a mãe de Édipo, a bela Epicasta, a qual, em sua ignorância, praticou um crime horroroso: casou-se com seu filho. Este, depois de ter assassinado o pai, tornou-se o marido de sua mãe. Não tardou, porém que os deuses revelassem o crime aos homens”. (HOMERO, 2003, p. 148).

 

 

 

O que também é digno de observação, é que a fala do profeta é sem margem de erros, pelos inúmeros exemplos que o mito pontua, não ficando distante, neste momento de uma advertência encontrada no texto bíblico com a seguinte advertência:

“Se o profeta fala em nome de Iahweh, mas a palavra não se cumpre, não se realiza, trata-se de uma palavra que Iahweh não disse. Tal profeta falou com presunção. Não o temas”. (Dt. 18: 22).

Se em alguns momentos a condição de escolha dos personagens míticos mais antigos, fica clara, como no caso de Aquiles que escolheu o seu próprio destino, ainda que escrupulosamente, em outros momentos, os fados, a moira, recai sobre os ombros dos homens, não impedindo que o oráculo se cumpra. Desta forma, comparativamente toda a mântica do mito grego, percorre a certeza de sua afirmação, ainda que o homem acredite que pode burlar o que os deuses determinaram.

Finalmente recordando as páginas homéricas da Odisséia, é graças às orientações de Tirésias, que Odisseu consegue ultrapassar boa parte de suas gestas, principalmente as que possibilitariam que retornasse íntegro ao seu palácio e à sua família, a esposa Penélope e o filho Telêmaco.

Ainda que o poeta Homero, atribua a proteção da deusa Atená aos momentos cruciais do herói de Ítaca, conforme se pode observar em sua frase final: “assim falou Atena. Ulisses obedeceu-lhe, alegre em seu coração. Depois um contrato sagrado uniu para sempre os dois partidos, sob a inspiração de Atena, filha de Zeus, deus da égide, Atena semelhante a Mentor na voz e no aspecto”. (ob. cit. p. 316), deixa em suas linhas a possibilidade de a própria Odisséia ter tido a conclusão que teve, graças às orientações do marcante profeta. Assim, e sem final, uma vez que o mito silencia sobre outras ações de Tirésias, a forte palavra profética do vate alcançou textos cruciais para o mito.

Diferentemente da infeliz Cassandra, que também tinha vaticínios certos, mas sobre si pesava uma maldição do próprio deus que a orientava, Apolo, Tirésias marca o mito com a palavra contundente e esclarecedora. Movido pelo espírito mântico, não deixou apenas assombrado os seus contemporâneos. Suas predições nos palcos teatrais e nas descobertas da psicologia, entre outras instancias, chegaram incólumes à atualidade.

 

 

REFERÊNCIAS

 

BRANDÃO, Junito. Mitologia Grega, vol.I. Vozes: Petrópolis, 1994.

________________. Mitologia Grega, vol. III. Vozes: Petrópolis, 1993.

________________. Dicionário Mítico-Etimológico. Vol. II J-Z. Vozes: Petrópolis, 1992.

BRUNA, Jaime (trad.). Teatro Grego. Cultrix: São Paulo, S.D.

BULFINCH, Thomas. O Livro de Ouro da Mitologia. História Viva – Mitologia. Vol. I. Duetto Editorial: São Paulo, s.d.

CORNFORD, F. M. Principium Sapientae. As Origens do Pensamento Filosófico Grego. Fundação Calouste Gulberkian. Lisboa, 1989.

COMMELIN, P. Mitologia Grega e Romana. Ediouro: Rio de Janeiro, s.d.

GORGULHO, Gilberto da, STORNILO, Ivo, ANDERSON (coord.). Bíblia de Jerusalém. Sociedade Bíblica Católica Internacional e Paulus. São Paulo, 1985.

HESÍODO. Teogonia. Iluminuras: São Paulo, 1992.

HOMERO. Ilíada. Ediouro: Rio de Janeiro, s.d.

_________. Odisséia. Nova Cultural: São Paulo, 2003.

MEEKS, Wayne A. Cristo é a Questão. Paulus: São Paulo, 2007.

SÓFOCLES. Édipo Rei. Editora Peixoto Neto: São Paulo, 2004.

VIRGILIO. Eneida. Nova Cultural: São Paulo, 2003.

SUANO, Marlene. Deuses da Mitologia 2. Apolo. Duetto Editorial: São Paulo, s.d.

WRIGTH, Dudley. Os Ritos e Mistérios de Elêusis. Madras: São Paulo, 2004.

WOODWARD, Keneth L. A Fábrica de Santos. Editora Siciliano: São Paulo, 1992.

 

 

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